J'adore Paris

Nas minhas últimas férias, qdo surgiu a oportunidade de ir a Paris, confesso que não me empolguei mto, só pensei "Ok, vamos ver qual é a da cidade-luz". Fui sem grandes expectativas e ouvindo de várias pessoas que
quem fala inglês por lá não é bem visto, deve-se sempre falar francês, já que eles são patriotas e blá blá blá.

Bom, chegando no aeroporto Charles De Gaulle, já senti o primeiro desafio: como chegar no hotel?
Por minha sorte, o hotel ficava em frente ao Moulin Rouge e tendo um dos cabarés mais tradicionais da cidade como ponto de referência, facilitou mto. Depois de alguns inconvenientes (bilheteria do metrô fechada, ou seja, só quem já tinha o bilhete poderia embarcar, e a máquina de venda de bilhetes não aceitar as notas q eu carregava - vinha de Londres), consegui constatar que os franceses são hospitaleiros, além de ter ganho o bilhete do metrô, ainda consegui q me deixassem na porta do hotel, em um franglês e mta mímica.

Já hospedado no hotel, comecei a me programar pro dia seguinte: Louvre.



Um castelo que foi construído com o propósito de guardar as obras de arte do acervo do rei, um museu pessoal, q foi aberto ao público e vem sendo reformado ao longos dos anos, a reforma mais drástica, talvez tenha sido a retira dos jardins e a inclusão das pirâmides de vidro.






O louvre encanta por dentro (pela dimensão e quantidade de obras) e por fora (a arquitetura romântica constratando com as modernas pirâmides de vidro).
Entre a Monalisa e a Venus de Milo, estão vários quadros que cobrem paredes inteiras, estátuas gigantescas, exposições modernas e até intervenções artísticas, além de uma ala dedicada só a história do lugar.
É possível locar uma espécie de walkman com guia virtual, que ao se digitar o código de cada obra ouve-se, tanto sua história como a do autor.




Pela própria dimensão do museu, o Louvre oferece mapa em diversos idiomas (gratuítos), além de restaurante e lanchonete, já que é impossível conhecer o lugar em menos de 6 horas, a não ser que vc passe correndo pelo local e só veja o básico.
A entrada do museu é paga, mas um valor tão simbólico se comparado a grandeza do lugar: 9 euros por dia, ou seja, vc entra e saí do museu qtas vezes quiser naquele dia.







Na saída do Louvre, quase final de tarde, decidi conhecer o cartão-postal da cidade: a torre eifel.
Cheguei na torre antes do anoitecer e pude ver, enqto tomava um café num verdadeiro bistrô parisiense, o anoitecer chegar e a torre ficar iluminada.

Foi então q entendi o apelido cidade-luz.
Impossível não ficar maravilhado com a visão da torre; impossível alguma foto sair feia; impossível deixar de perceber que os franceses não constroem prédios mais alto que a torre, fazendo dela o símbolo da cidade, o ponto mais alto e mais visto de todos os lugares.








No dia seguinte, tomei rumo a uma peregrinação de diversos pontos turísticos que não poderia deixar de ver:
A Catedral de Notre-Dame, a Sacre Cour, almoço em La Defense e terminar a tarde no Arco do triunfo, caminhando pela Champs Eliseè.

Na Notre-Dame, por uma pura sorte, enqto nós, os turistas, nos maravilhavámos com toda aquela estrutura, com todos os detalhes e com a beleza da gigantesca igreja, os moradores do local estavam concentrados em sua missa matinal.

Na Sacre Cour, fui preparado, já tinha recebido o aviso:
"Não sobe na Torre Eifel, ela é o ponto alto de Paris, qdo tu sobe nela, não há nada mais pra ver. Ao invés disso, acha o caminho do mirante da Sacre Cour, que fica no topo do morro mais alto de Paris, encara os 300
degraus, paga os 5 euros pra igreja católica e não se arrepende."
E assim fui.

Conforme o caminho do mirante se desdobra, não se tem uma visão doq existe pela frente, são subidas curvas e caminhos q costeiam toda a estrutura da igreja, um labirinto de passagens secretas (q eu acredito deveria ter sido mto utilizado pelos padres daquela época), até o topo.
De lá se vê uma Paris organizada, onde as ruas todas convertem pro mesmo lugar: O arco do triunfo. Vale cada degrau, vale cada euro, mas tenha em mente q uma vez iniciado, não se tem como voltar, já que é um caminho de ida e um de volta. Sugiro manter uma contagem dos degraus, coisa q eu não fiz e não conseguia me localizar, pra ver o qto ainda estava distante do topo.







La Defensè

Em Londres, tinham me dito: "Em Paris, vai conhecer La Defensè. Tu vai te surpreender", mas não tinham dito pq eu iria me surpreender.

La Defensè é uma nova área de Paris, a área tecnológica, onde tudo oq se vê são designs modernos, contrastando com oq se conhece da Paris romântica. São arranha-céus, prédios espelhadas, shopping centers e até um arco do triunfo moderno, que seguindo a simetria francesa, fica exatamente na direção do arco do triundo de Napoleão.
Pelo que pude entender esse novo arco do triunfo é local de shows e manifestações, mas não tenho ousadia de afirmar, já que em não é exatamente um ponto turístico, é somente uma nova área da cidade-luz.





Champs Eliseè, aqui pude perceber q a simetria francesa é realmente intrigante. A saída do metrô (q saí na frente do arco do triunfo), tem a mesma disposição da saída do metrô de La Defensè (q tb saí em frente ao arco do triunfo moderno).
A avenida mais famosa do mundo (ou vcs acham q é Beverly Hills?) é realmente linda, calçadas largas, lojas com vitrines exuberantes, além de únicas. Recomendo caminhar por ela sem pressa, parar no Starbucks e continuar a caminhada, vendo a noite cair e a rua inteira se iluminar. 



A noite, seguindo mais uma indicação de amigos de Londres, fui conhecer o tão famoso Quartier Latin, a quadra latina, a quadra de bares, baladas e casas noturnas. Ainda seguindo a indicação, fui num bar que podia-se ter
uma visão da, agora iluminada, Notre Dame.
Saindo desse bar, resolvi seguir para uma casa noturna, tb indicação dos amigos de Londres, uma casa noturna onde todos os garçons e garçonetes usam máscaras e roupas de grife, como um elegante baile a fantasia.

Saí de Paris com uma sensação de "Agora que já conheci, não preciso mais voltar aqui", infelizmente a cidade-luz não me encantou tanto como Londres, talvez pela quantidade de lixo no chão, talvez pela falta de placas
indicando os pontos turísticos ou talvez pq eu tenha ido em Londres primeiro e deixado por lá meu coração.
Se esse viajante pudesse deixar uma última dica seria: andem sempre com mapa na mão e não tenham medo de perguntar, a falta de sinalização para os pontos turísticos faz com que nem tudo seja tão fácil de achar como as grandes obras.

J'adore Paris, but my heart belongs to London.

6 comentários:

  1. Eu vou fazer minhas as suas palavras. Paris é linda, é demais, tem lugares que não dá para acreditar de tão belos. A gente não cansa nunca de caminhar por aquelas ruas, praças e monumentos por todos lados. Mas, só aqui entre nós... (e não sei explicar por quê) Londres é muito mais legal, né?

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  2. Olá Gleiber, Não vejo a hora de também ter opinião própria sobre essas cidades! Rsrs. Eu gostaria de ter nascido falando inglês e sair pelo mundo... Meu vizinho disse que Paris é linda demais e que vai voltar lá. Meu filho diz: "conheça primeiro Londres, é a tua cara!" ... Eu quero dormir e acordar falando inglês! Rsrs!

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  3. Olá! Parabéns pelo blog! Adorei as dicas! Para não correr riscos de malas extraviadas e viajar tranquila, sempre viajo somente com bagagem de mão.
    Neste vídeo dou dicas de como montar uma mala compacta para uma viagem a Europa no outono ou primavera! Pode ajudar muitos passageiros.
    Este é o vídeo (Parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=i_zmrWKRXGI e Parte 2 http://www.youtube.com/watch?v=b2pP1ZrOX40)
    Abraços,
    Cristina Marinho

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  4. Adorei o post! Vou conhecer a França em abril. Alguém pode indicar uma boa empresa de seguro viagem? bjos

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    1. Fecho meus seguros sempre com a Mondial. Mas nunca usei. Ufa! E tomara q não precise usar.

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  5. Paris é linda demais! Tenho vontade de morar lá. Fiquei mto triste c/ o atentado ocorrido recentemente. :/ Elena, qd estive lá, fechei o plano EuroCard desta empresa: www.touristcard.com.br Me atendeu bem na época. Bj.

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